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    Cosemba: reunião com secretário de Saúde deixa ainda muitas dúvidas no ar

    Postada em 27 de julho de 2018 as 11:27
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    O Conselho Superior das Entidades Médicas da Bahia (Cosemba) manteve reunião com o secretário de Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, no dia 12 de julho, quando foram colocadas em pauta várias pendências reclamadas pelos sesabeanos.

    Na oportunidade os representantes das entidades médicas (Sindimed, Cremeb e ABM), cobraram do secretário a efetivação do PCCV (Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos), que até hoje não teve sue efetiva implementação concluída.

    Questionado sobre o emperramento da promoção, o secretário argumentou que ainda há pendências de legislação e análise de desempenho. Vilas-Boas informou que a Sesab está rodando um projeto piloto no Hospital Roberto Santos como modelo a ser seguido para o conjunto dos médicos do estado. O Sindicato cobrou, então, a abertura de um canal de comunicação mais direto com o RH para acompanhar a questão.

    Ainda no âmbito do PCCV, as entidades perguntaram sobre o plano específico dos auditores, ao que o secretário respondeu que está em tramitação na Saeb e orientou que se busque uma reunião com a auditora chefe.

    Concurso público

    Outro ponto tratado na reunião do dia 12 foi a realização de concurso público para suprir a necessidade de médicos na Sesab. Quanto a isso, o secretário reafirmou sua posição contrária, por entender que não é o melhor modelo para o médico.

    Ainda no foco dos vínculos trabalhistas, Vilas-Boas foi questionado sobre a adoção do piso Fenam nas terceirizações, CLT e PJ. Sua resposta limitou-se ao obstáculo da arrecadação insuficiente para bancar essa remuneração, sustentando que a Sesab trabalha com um déficit de R$30 milhões por mês.

    Essa mesma argumentação foi utilizada quando as entidades cobraram a reposição da inflação, acumulada desde 2014, que o governo não aplica na correção dos salários.

    Insalubridade

    Esteve na pauta também a “novela” da insalubridade, pendência em que já está mais que estabelecida a razão e o direito coletivo dos médicos, mas que a Sesab insiste em, segundo o secretário, tratar caso a caso.

    Frente a tantas incertezas e respostas que não atendem aos anseios levados pelo Cosemba à reunião, as entidades propuseram que se crie dentro do RH de cada unidade um canal de comunicação para orientar o médico acerca dos trâmites de promoção, progressão, aposentadoria e insalubridade, para que os sesabeanos possam minimamente obter informações que são de difícil acesso.



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