Dia Mundial de Combate à Tuberculose

Postada em 24 de março de 2021 as 08:32
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O Dia Mundial de Combate à Tuberculose – 24 de marco -, não é uma data de comemoração, mas de mobilização mundial, buscando envolver todos às esferas de governo e setores da sociedade na luta contra a doença. A data marca o dia em que, em 1882, o Dr. Robert Koch anunciou que havia descoberto a bactéria que causa a tuberculose, abrindo caminho para o diagnóstico e a cura dessa doença.
A tuberculose é uma das enfermidades mais antigas do mundo, mas não é coisa do passado. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões de pessoas (aproximadamente um terço da população mundial), está infectada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis), sendo que nove milhões desenvolvem a doença e cerca de dois milhões morrem a cada ano.
O Brasil é o 18º lugar entre os países com maior incidência no mundo. Salvador é a terceira capital em número de casos e um dos municípios que o Ministério da Saúde considera prioritários, pois registra uma média de 3 mil casos a cada ano. Para enfrentar a doença, a Secretaria Municipal da Saúde tem o Programa de Controle da Tuberculose.
O Sindimed-BA entende que o combate à tuberculose é muito importante. Assim, mobilizar a sociedade e dar visibilidade ao esforço nacional contra a tuberculose deve ser objeto de campanha permanente.
Tuberculose
A Tuberculose é uma doença infecciosa, contagiosa, transmitida por via respiratória, atingindo principalmente os pulmões. A melhor maneira de evitar a tuberculose é o rápido diagnóstico e o tratamento, que leva pelo menos seis meses. O abandono do tratamento tem sido a principal dificuldade para a cura da doença.
Os principais sintomas são: tosse persistente por mais de três semanas, febre geralmente baixa no final da tarde, suor intenso (principalmente à noite) e perda de peso.
Entre as diretrizes da ONU para o combate à doença, destacam-se: ampliar o acesso à prevenção e ao tratamento; garantir financiamento suficiente e sustentável, inclusive para pesquisa; promover o fim do estigma e da discriminação; promover uma resposta equitativa, baseada em direitos e centrada nas pessoas.

Fontes: Opas/OMS, Ministério da Saúde, SMS – Salvador.



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