Hygia burla direitos trabalhistas e penaliza médicos

Postada em 23 de abril de 2019 as 18:12
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Os médicos baianos já estão cansados de tanto desrespeito. Além da precarização das condições de trabalho na maioria das unidades de saúde, enfrentam constantes atrasos salariais e até calotes de empresas que atuam como intermediadoras da mão de obra médica.

O caso mais recente envolve a Hygia, que após finalizar contrato com o Governo do Estado, não pagou os direitos nas rescisões trabalhistas, tais como saldo do salário, férias, 13º, multa de 40 % do FGTS, estabilidade da gestante etc.

No próximo dia 5 de junho, o Sindimed-BA vai discutir o problema em reunião com representantes da Hygia e da Sesab, quando vai, mais uma vez, cobrar a responsabilidade do governo por não realizar concursos públicos e manter essas terceirizações prejudiciais aos médicos.

É impressionante a recorrência de situações com essa. As empresas terminam os contratos com o governo, recebem todos os repasses, mas não pagam o que devem aos profissionais. É óbvia a irresponsabilidade do Estado ao repetir a contratação de empresas como essas.

Fica a dúvida sobre quem estaria se beneficiando com isso. Afinal, depois de tantos casos é de se esperar que o governo já tivesse criado um mecanismo de evitar a penalização dos trabalhadores.

 

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Uma resposta para “Hygia burla direitos trabalhistas e penaliza médicos”

  1. Luiz Pimenta disse:

    É uma anarquia institucional administrativa com terceirizações – OS, PPP,etc – que representam vínculos precários, salários risíveis pagos geralmente com atrasos significativos. Se houver reclamação … rua.
    Por seu lado a SESAB não fiscaliza ou audita o cumprimento dos contratos, paga pelo teto, de forma cartorial e o erário que se exploda.
    E os REDAS ! Outra forma esculhambada de contratar que não obedece o caráter de excepcionalidade exigidos para sua aplicação, com duração de 2 anos prorrogáveis por mais 3 e depois dá um ponta pé na bunda do profissional e o manda para o inferno do desemprego.
    Concurso público como manda a CONSTITUIÇÃO, nem pensar. Concurso não dá margem a superfaturamento para obter caixa 2 e outras ilicitudes contra o erário.

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