Médicos seguem com ações em defesa dos empregos

Postada em 19 de abril de 2021 as 15:52
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O Sindimed-BA informa que médicos com vínculo CLT alocados em hospitais públicos da Bahia continuam ameaçados de perda de empregos. “A Sesab está rescindindo contratos com as organizações sociais, através das quais os médicos estão empregados, e isso implica em perda de vínculos trabalhistas. A Secretaria, ao invés de fazer novo chamamento para as organizações, em conformidade com a lei, está fazendo um chamamento direto e ilegal, por meio de um edital de 2010”, afirma a presidente do Sindicato dos Médicos, Dra. Ana Rita de Luna.
A categoria segue, nesta semana, com a agenda de ações definidas em assembleia. Nesta segunda-feira, pela manhã, a mobilização aconteceu na Maternidade Albert Sabin. Na terça-feira, 20 de abril, os médicos estarão na Maternidade Tsylla Balbino, às 9h30. Na quarta, seguem em carreata de Ondina ao farol de Itapuã, com concentração na praça do Monumento Mulheres do Brasil, às 8 horas da manhã. Na sexta-feira, dia 23, estarão reunidos às 9 horas da manhã, em frente à governadoria.
Mais de 200 médicos da Bahia estiveram reunidos nas últimas assembleias do Sindimed, definindo os rumos do movimento contra as demissões. “A classe lamenta o desprezo e desrespeito com que o governo trata os médicos, já tão sofridos e há mais de 11 anos sem concurso no estado”, afirma a presidente do Sindimed-BA, Dra. Ana Rita de Luna.
O Sindicato tem denunciado a atitude do Governo do Estado de, em plena pandemia, forçar médicos a saírem de seus vínculos de CLT, para aderirem a um contrato de pessoa jurídica (PJ), por credenciamento direto. O Sindimed-BA, o Cremeb e a Associação Bahiana de Medicina emitiram carta aberta ao Governador apelando que as demissões não fossem efetivadas.

O Sindimed-BA informa que médicos com vínculo CLT alocados em hospitais públicos da Bahia continuam ameaçados de perda de empregos. “A Sesab está rescindindo contratos com as organizações sociais, através das quais os médicos estão empregados, e isso implica em perda de vínculos trabalhistas. A Secretaria, ao invés de fazer novo chamamento para as organizações, em conformidade com a lei, está fazendo um chamamento direto e ilegal, por meio de um edital de 2010”, afirma a presidente do Sindicato dos Médicos, Dra. Ana Rita de Luna. A categoria segue, nesta semana, com a agenda de ações definidas em assembleia. Nesta segunda-feira, pela manhã, a mobilização aconteceu na Maternidade Albert Sabin. Na terça-feira, 20 de abril, os médicos estarão na Maternidade Tsylla Balbino, às 9h30. Na quarta, seguem em carreata de Ondina ao farol de Itapuã, com concentração na praça do Monumento Mulheres do Brasil, às 8 horas da manhã. Na sexta-feira, dia 23, estarão reunidos às 9 horas da manhã, em frente à governadoria. Mais de 200 médicos da Bahia estiveram reunidos nas últimas assembleias do Sindimed, definindo os rumos do movimento contra as demissões. “A classe lamenta o desprezo e desrespeito com que o governo trata os médicos, já tão sofridos e há mais de 11 anos sem concurso no estado”, afirma a presidente do Sindimed-BA, Dra. Ana Rita de Luna. O Sindicato tem denunciado a atitude do Governo do Estado de, em plena pandemia, forçar médicos a saírem de seus vínculos de CLT, para aderirem a um contrato de pessoa jurídica (PJ), por credenciamento direto. O Sindimed-BA, o Cremeb e a Associação Bahiana de Medicina emitiram carta aberta ao Governador apelando que as demissões não fossem efetivadas.



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