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    MUDANÇAS IMPOSTAS NA ESCALA IRRITAM MÉDICOS DO SAMU

    Postada em 24 de maio de 2016 as 17:45
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    O Sindimed aguarda uma resposta do secretário municipal de Saúde, José Antonio Rodrigues Alves, e da coordenação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência sobre a imposição de mudanças no processo de trabalho. Em reunião realizada no sindicato na segunda-feira (23), os profissionais disseram que estão sendo procurados individualmente e informados de que terão que dividir a carga horária entre o serviço da regulação médica e a intervenção, sob a ameaça de perder a metade da carga horária, caso não aceitem.
     
    O sindicato anexou abaixo-assinado dos médicos a um ofício solicitando que as instituições documentem as mudanças verificadas no serviço. E estabeleceu um prazo de resposta de 48 horas, a partir desta terça-feira (24). Vale lembrar que a escala do mês de junho está prestes a sair e os médicos estão com suas cargas horárias reduzidas devido a tais imposições. Não havendo resposta ao ofício, o Sindimed pedirá ao Ministério Público do Trabalho uma mediação na tentativa de resolver a questão.
     
    Para o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, a medida é um desestímulo à permanência os médicos em suas funções e mais um fator de descontentamento nos quadros do SAMU, já tão prejudicado pelas restrições materiais. "O SAMU é uma necessidade e a relação de trabalho não pode ser precarizada", advertiu o dirigente. Segundo os médicos, a modificação é prejudicial ao serviço e aos trabalhadores, sobretudo aos mais antigos, com mais de 10 anos no serviço da regulação e que não têm perfil para o trabalho de campo (intervenção médica) e com isso estão na iminência de ter salários reduzidos à metade.   


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