Nota de pesar: Gilmar Calazans Lima

Postada em 20 de abril de 2020 as 15:05
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Homenagem a Gilmar Calazans Lima, dos colegas de turma, de 1991, da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública:

A vida humana é um capítulo breve na realidade existencial de cada um de nós, e tão breve que, num piscar de olhos, nos transferimos de dimensão com a rapidez de um pensamento.
Levamos conosco alegrias, tristezas, paixões, segredos, lembranças raras, amigos inesquecíveis, pessoas amadas.
O que fica é um misto de tudo isso, agora sem o calor de um forte abraço, sem o sorriso mais gostoso que não escondemos no rosto, a mão carinhosa que nos afaga, o coração tamanho GG para nos ajudar.
Esse personagem fabuloso que nos abandona nesse instante, é nada mais, nada menos que o “nosso Gil”, como carinhosamente nos acostumamos a chamá-lo. Sujeito alegre, sempre com um sorriso largo estampado no rosto, sempre divertindo a todos, de um coração absurdamente generoso, sempre de bem com a própria vida, driblando toda dificuldade que lhe desafiava, sempre reinventando a vida!
Dá pra lembrá-lo de outros carnavais. Os velhos corredores da saudosa Escola Baiana tem registros da sua passagem, e todos nós o recordamos como se fosse ontem. E nossos encontros já estão marcados pela sua presença e alegria contagiantes.
Despedida, não tem essa a palavra Gil… É um adiamento, um até breve irmão, já que pessoas como você nunca morrem, vão sempre permanecer em nossas vidas, em nossas recordações, em nossos corações!
Não dá pra esconder que a saudade de você vai nos maltratar por muito tempo, irmão.
Pena que as almas nobres são chamadas tão inesperadamente para o outro lado da existência!
Vida que segue!
Continuará sendo, pra todos nós, essa pessoa maravilhosa que você sempre foi!

Homenagem a Gilmar Calazans Lima, dos colegas de turma, de 1991, da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública:   A vida humana é um capítulo breve na realidade existencial de cada um de nós, e tão breve que, num piscar de olhos, nos transferimos de dimensão com a rapidez de um pensamento.  Levamos conosco alegrias, tristezas, paixões, segredos, lembranças raras, amigos inesquecíveis, pessoas amadas.  O que fica é um misto de tudo isso, agora sem o calor de um forte abraço, sem o sorriso mais gostoso que não escondemos no rosto, a mão carinhosa que nos afaga, o coração tamanho GG para nos ajudar.  Esse personagem fabuloso que nos abandona nesse instante, é nada mais, nada menos que o “nosso Gil”, como carinhosamente nos acostumamos a chamá-lo. Sujeito alegre, sempre com um sorriso largo estampado no rosto, sempre divertindo a todos, de um coração absurdamente generoso, sempre de bem com a própria vida, driblando toda dificuldade que lhe desafiava, sempre reinventando a vida! Dá pra lembrá-lo de outros carnavais. Os velhos corredores da saudosa Escola Baiana tem registros da sua passagem, e todos nós o recordamos como se fosse ontem. E nossos encontros já estão marcados pela sua presença e alegria contagiantes.  Despedida, não tem essa a palavra Gil... É um adiamento, um até breve irmão, já que pessoas como você nunca morrem, vão sempre permanecer em nossas vidas, em nossas recordações, em nossos corações!  Não dá pra esconder que a saudade de você vai nos maltratar por muito tempo, irmão.  Pena que as almas nobres são chamadas tão inesperadamente para o outro lado da existência!  Vida que segue! Continuará sendo, pra todos nós, essa pessoa maravilhosa que você sempre foi!



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