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    Prefeitura começa a chamar concursados em Teixeira de Freitas

    Postada em 21 de dezembro de 2017 as 19:52
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    A pressão da categoria médica, apoiada pelo Sindimed, começou a surtir efeito e a prefeitura de Teixeira de Freitas (no sul baiano) inicia a convocação dos primeiros aprovados em concurso público de 2016, já homologado há tempo. Para o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, esta é uma vitória importante,  ainda que parcial, de uma luta encampada contra a pejotização nas relações de trabalho e por respeito aos direitos dos concursados.

    Francisco Magalhães e a advogada Cláudia Bezerra foram ao MPT falar sobre os concursados

    Francisco Magalhães e a advogada Cláudia Bezerra foram ao MPT falar sobre os concursados

    O Diário Oficial do Município publicou no último dia 15 o Decreto nº 1419, que dispõe sobre a convocação de cinco candidatos aprovados. A expectativa no Sindimed é de que os demais sejam brevemente atendidos em seu direito fundamental, que é a merecida contratação para os cargos disputados. São cerca de 100 médicos a serem efetivados no Município, em lugar dos que estabeleceram relações de trabalho precarizadas.

    Dentro da mobilização capitaneada pelo Sindimed em defesa da convocação dos concursados, foi promovida audiência em Teixeira de Freitas com a presença representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Estadual (MPE) e Ministério Público Federal (MPF), dentre outros órgãos.

    Dívida

    Outra vitória do sindicato e dos profissionais de Teixeira de Freitas é a disposição da prefeitura de pagar os salários pendentes de abril passado. Contudo, Magalhães adverte que os médicos evitem fazer qualquer acordo informal, inclusive recusando-se a receber parceladamente. Ele lembrou que a questão está judicializada e que já foi estabelecido um bloqueio referente aos valores devidos: R$ 2,3 milhões. Desde novembro, a prefeitura estabeleceu gestão direta em lugar da administração da terceirizada pela Provida. Magalhães lembrou, inclusive, que a própria terceirizada não concorda com o pagamento parcelado da dívida de abril.

    CLIQUE pag-01 E pag-02 PARA LER O DECRETO nº 1419

     



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