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    Redução e paralisação dos atendimentos nas UPAs é resposta ao Reda abusivo da Prefeitura

    Postada em 23 de janeiro de 2018 as 03:48
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    A partir o dia 1º de fevereiro, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Salvador farão paralisações e operações padrão nos atendimentos. A decisão foi tomada em assembleia, no Sindimed, na segunda (22), após reunião no Cremeb que discutiu o edital de contratação da Prefeitura através de Regime de Direito Administrativo (Reda).

    Desde que foi lançado o edital do município para contratação de novos médicos que o Sindicato vem questionando as inconsistências do documento. A proposta não apenas abre as portas para a redução do quadro de pessoal – o que acarretaria ainda mais sobrecarga de trabalho -, como também impõe atribuições adicionais aos médicos sem a devida remuneração.

    A posição dos gestores levada ao Cremeb, entretanto, continuou irredutível na manutenção das distorções. Entre elas, por exemplo, a atribuição de orientação de estudantes de medicina sem remuneração adicional.

    A greve atingirá inicialmente as UPAs Adroaldo Albergaria (Periperi), Hélio Machado (Itapuã) e Rodrigo Argolo (Tancredo Neves), as primeiras, de imediato, afetadas pelo Reda. Caso a Prefeitura não reformule sua proposta aviltante, gradativamente a paralisação se estenderá às demais UPAs do município.

    De imediato, o Sindimed segue cobrando um posicionamento do Ministério Público para intermediar uma reestruturação do edital. Além disso, dará início a uma campanha de mídia para avançar na mobilização. Os médicos estão mobilizados e a greve vai barrar esse Reda abusivo.



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