SAMU DE CAMAÇARI PEDE SOCORRO

Postada em 26 de abril de 2016 as 18:53
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Quase nada mudou três meses após a greve de 21 dias feita pelos médicos de quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Camaçari (Vista Alegre, Arembepe, Monte Gordo e Nova Aliança). Ao contrário do que a prefeitura prometeu, as UPAs continuam precárias, pois faltam de médicos, equipamentos e materiais em geral. Salários estão atrasados e o Samu do município continua em precárias condições, inclusive com ambulâncias quebradas há pelo menos 15 dias.

 

 
Diante da grave situação, o Sindimed decidiu encaminhar denúncia ao Ministério Público da Bahia, Ministério da Saúde, Sesab, Ministério Público do Trabalho e até mesmo ao arcebispo primaz do Brasil, dom Murilo Krieger. O sindicato também faz um apelo à Prefeitura Municipal de Camaçari para que respeite a população que precisa do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
 
Os médicos do Samu denunciam que há uma semana foram remanejados para a antiga UBS da Gleba B e estão trabalhando em péssimas condições, o que reafirma o descaso da prefeitura com seus trabalhadores. O Samu está sob responsabilidade direta da gestão municipal, que não pode alegar falta de dinheiro. Recebe verbas do Ministério da Saúde e governo do estado para garantir seu pleno funcionamento. Perguntam os médicos: o que é feito dos repasses do Ministério da Saúde (50%) e do governo estado (30%)?

 

 
GREVE NO HOSPITAL DIA
 
Os médicos de Camaçari estão mais uma vez em greve, desta vez os que trabalham no Hospital Dia, nas Unidades Básicas de Saúde também nos PSF. O movimento já atingiu 25 dias, sem expectativa de retorno. Há também greve em algumas UPAs, que atendem com 30% de seu quadro de profissionais, apoiando a greve dos outros servidores públicos de Camaçari e mais uma vez reivindicando melhorias nas condições de trabalho, qualidade da assistência e remuneração digna.


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