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    Termo de compromisso define pagamento de atrasados em Itaparica

    Postada em 20 de outubro de 2017 as 18:12
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    O Sindimed assinou nesta sexta-feira (20) com o Instituto Fernando Filgueiras (IFF) um termo de compromisso que estabelece pagamento de vencimentos de julho e agosto deste ano até o próximo dia 27.  A assinatura aconteceu no município de Itaparica após greve de um dia no Hospital Geral, onde os médicos também reclamam da falta de insumos, medicamentos básicos e reivindicam  manutenção urgente das instalações.

    Francisco Magalhães reuniu-se com corpo clínico e gestores da terceirizada IFF

    Francisco Magalhães reuniu-se com corpo clínico e gestores da terceirizada IFF

     O termo de compromisso também prevê pagamento dos vencimentos referentes a setembro e outubro deste ano até o dia 20 de novembro. O  sindicato foi representado pelo seu presidente, Francisco Magalhães,  que se reuniu com o corpo clínico do hospital e representantes do IFF. Magalhães disse que os médicos retornam às atividades regulares de imediato, mas mantêm estado de greve, na vigilância do cumprimento dos termos do compromisso.

    Vale observar que há mais de um ano, por iniciativa dos Ministério Público do Trabalho, os médicos do Hospital Geral de Itaparica obtiveram uma liminar determinando que a empresa terceirizada (IFF) assinasse a carteira profissional e eliminasse  os contratos fraudulentos de pessoa jurídica, o que não foi cumprido.  O Sindimed então  enviou ofício à Sesab e ao próprio instituto cobrando o cumprimento do que foi determinado pela Justiça. Também comunicou os problemas à Prefeitura de Itaparica e aos ministérios públicos do Estado e do Trabalho.

    CLIQUE termo-compromisso E LEIA O DOCUMENTO ASSINADO



    Uma resposta para “Termo de compromisso define pagamento de atrasados em Itaparica”

    1. Este é o resultado da ” terceirização salvadora “, que submete os profissionais a 4 meses de salários atrasados, vínculos precarizados e a mais absoluta e inadequadas condições ao exercício profissional.
      Tudo isso sob as bênçãos do Gestor Estadual , leia-se o PT de Rui Costa e Fábio Vilas Boas, o maior responsável por este descalabro gerado por uma política de saúde destinada a trazer benesses políticas aos governantes e prejuízo da assistência dos governados.

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